
não consegui dormir quase nada. existem coisas que me consomem, alias não deixo que ninguem veja, mas existem situação que me levam a ter grandes decepções. é melhor fazer uma pausa, ou melhor fechar para um balanço. as coisas teem-me corrido um pouco mal. a nível profissional não tenho feito o percurso que gostaria de estar a fazer; a nível pessoal, nem sei como estão, mas penso que tb gostaria que estivessem a ser diferentes, admito que não sei lidar com decepções, nunca soube...; a níevl familiar as coisas continuam no mesmo, sempre a mesma pedra no sapato. curioso como aprendemos a lidar com as coisas, continuam a nos fazer mal, mas os danos são muito menores à medida que os anos passam.
ontem saí com uns amigos, diverti-me mas assisti a algumas cenas que me fizeram pensar, infelizmente penso, infelizmente. à medida que fui assistindo a algumas cenas, lembrei-me de uma coisa que gaurdo com muito carinho, e que cada vez que leio fico com saudades e cheio de remorsos. conheci em tempos uma pessoa que ja me deixou, alias antes de me deixar, deixei-o, quando ele mais percisou de mim, que fraco que fui. ele antes de partir deixou-me uma carta que me faz até que ponto fui má pessoa. não sabia como lidar com a situação, não consegui de deixar de chorar quando o via. olhava para ele, mas não era ele, ja não era exteriormente a pessoa que conheci, mas não soube procurar o seu interior que continuou até ao fim sempre igual.
cheguei a casa um bocado, para não dizer muito decepcionado. não lido bem com mentiras, com esquemas matreiros, especialmente vindo de pessoas que gosto e muito menos de me meter em problemas. cada um tem os seus... mas como disse chegeui a casa e deitei-me sempre a pensar e abri uma das gavetas de uma caixa que tenho e tirei uma carta (aiiii que dor, quando quero chorar e não sei como agarro nessa carta. o chorar faz-me bem liberto muito daquilo que me faz mal, mesmo que seja momentaneo, mas da-me alivio). a carta é privada, mas decidi transcreve-la para aqui. este meu amigo morreu e eu abandonei-o, não foi por mal, so não sabia mesmo lidar com a situação. tudo o que fazemos acabamos por pagar, mais cedo ou mais tarde.
"meu querido e sempre amado amigo ...
heis-me aqui meu amigo, queria te ver mas achei melhor não te chamar, sei que ja voltaste para a madeira, não querias, mas teve de ser, não é? minha mãe diz-me que ligas dia sim, dia não, porque não falaste comigo? eu sei o motivo, vi as lagrimas que não contiveste a última vez que me viste. sabes tenho sentido a tua falta e por vezes para colmatar essa falta pego no video que estavamos a fazer, para o trabalho de projecto e la te vejo e te ouço. que bons tempos. queria voltar a fazer isso, mas infelizmente me é impossivel.
qero que saibas que nunca pensei mal de ti, por teres deixado de me ver, compreendo como não deves ter ficado a acompanhar a minha evolução, se me visses agora de certesa que so ias guardar uma imagem que não é a minha. continuo o mesmo por dentro, mas por fora deixei de ser eu a alguns meses. tenho saudades de quando vinhas ca a casa contra-me as ultimas da universidade, em que me fazias rir, mesmo quando não me apetecia e compreendo quando ias para o quarto de banho chorar, finges bem mas os olhos inchados e vermelhos não deixavam margens de dúvidas. tenho saudades de te ajudar a estudar para as frequencias, fazia-me sentir de novo no stress universitario, mas compreendo os teus motivos, se compreendo, ja não me olho ao espelho à mais de 2 meses. nem ver o meu reflexo quero, prefiro ver-me nas fotos, algumas contigo, fugias, mas apanhavam-te, seu parvo (gargalhadas).
esta carta que te escrevo serve apenas para te libertar de alguma mágoa que tenhas de ti mesmo, ja te conheço um bocadinho (adoro essa palavra que tanto usas) e sei como és, sofres por tudo e por nada. quando te sentires mesmo em baixo, não tenhas medo de ires mesmo ao fundo do poço. cai em queda livre, mas olha bem em teu redor e ve as pessoas que gostam de ti e o quanto gostam de ti (eu sei que gostas muito de mim, sempre soube, se as coisas tivessem sido diferentes...). um peixes sem dramatismo não tem tanto interesse. o que mais gosto em ti é o teu olhar doce, quando olhas para as pessoas de quem gostas e as lagrimas que contens quando alguem te magoa. tanta força aparente, quando não passas de uma "flor de estufa". gostas de viver na tua redoma e nem te atreves a pensar viver fora dela. precisas de tantos cuidados, mas o cuidado que mais gostas é a atenção que te dão e cuidar de quem mais gostas. sinto saudades dos teus risos que ecoavam em quase toda a parte, muito gostas de rir, mesmo quando não o queres fazer. essa tua mascara de forte só faz com que não vejam o que tu és. foste e és um bom amigo, daqueles que nunca se esquecem. mesmo que ca não esteja, acredita estarei sempre contigo, mesmo que seja so em palavras (sei que não te vais esquecer de mim, mas não resisti a te escrever, tinha tanto para te dizer)
nunca fui muito bom a escrever, como bem te lembras então segui aquilo que me dizias, escreve o que te vem à cabeça e depois selecciona o que realmente queres dizer. bom conselho!
ja não te vejo há 2 meses, 4 dias, 12 horas e 27 minutos e 31, 32, 34, 35... segundos. ja não te ouço à 23 dias, 9 horas, 45 mintos e 57, 58, 59... segundos. sim conto o tempo desde que não te vejo e ouço, desculpa se te soa a mágoa da minha parte, de certa forma é, confesso-te, fazes-me tanta falta e queria bem perto de mim, sempre soubeste que não gostava de ser filho único, para mim ja eras um irmão. na terça feira passada, olhei-me no espelho e chorei que até tiveram de me dar um calmante e passei a compreender o que não deverias sentir. .... eu amo-te, sabes disso, não sabes? o meu amor por ti é dos mais puros que há, desde o primeiro momento senti por ti uma forte empatia, algo quimico, que foi mútuo. aundo nos conhecemos o avontade foi tão grande que parecia que ja nos conheciamos há tempos. ainda confundimos as coisas, mas a verdade é que somos apenas bons e grandes amigos. a companhia que faziamos um ao outro e os momento que partilhavamos era o suficiente.
meu querido, que saudades tenho de foder, nem sonhas. ja me conheces muito bem e sabes como sou. agora bastava-me ter outro corpo ao meu lado. "invejo-te pelo menos não tens de passar o eu estou a passar" lembras-te desta frase que tanto dizias? pelo que sei ja resolveste esse problema, como estas agora? ja encontraste alguem que te faça realmente bem? para de te menosprezar, de pensares coisa parvas a teu respeito. o que ja foste não faz parte do presente. larga os teus fantasmas, abandona-os, exorcisa-os, não te deixes levar pelos teus medos, se não conseguires fazer isso por ti, faz pelo menos a pensar em mim. quando gostares de alguem tem coragem e diz. que mal tem em ouvir um não? eu ja ouvi tantos! quero que sejas feliz seja com quem for, mas ve se encontras alguem que te mereça e lembra-te sempre não façaz nada do que eu fiz, que te sirva de lição isto que se passa comigo.
queria não estar cansado e continuar a escrever, sem parar. desculpa ter escrito à mão, sei que detesta a minha caligrafia, chamavas de "gatafunhos esdruxulos" (gargalhadas), mas achei melhor escrever à mão, e também desculpa alguns borrões, mas como deves calcular chorei ao escrever isto e não volto a escrever novamente. quero que guardes as marcas das minhas lágrimas. são o sinal do meu imenso amor por ti.
vou sentir tantas saudades tuas, ja sinto! ando revoltado com a minha familia, quando olho para eles e sei que não os voltarei a ver fico tão triste, não sei como vou passar sem a minha familia e amigos. não sei que me irá acontecer, nem sei se as coisas são como nos filmes, mas sinto que nada voltará a ser como era, alias sei. cada noite antes de me deitar choro e por vezes acordo a chorar.
quero voltar ao meu mar; ao meu sol; a foder; a fazer desporto; a beijar; a me apaixonar; a me rir; a escrever parvas e tontas cartas de amor, a sentir-me cansado, a sair à noite, a engatar, a fazer loucuras, a pular em cima da tua cama e partir o estrado (gargalhadas); a passear na foz; a atravessar a ponte dona maria; a desenhar os nus nas aulas de desenho ao mesmo tempo que comentavamos (gargalhadas); a te roubar as amostras de creme (gargalhadas); a correr para não chegar atrasado; a ir ao cinema e comer pipocas; irritar-te; ver-te a olhar para mim e a rires-te; e acima de tudo de te ver feliz com a minha companhia.
vou ter saudades tuas... ja sinto tantas saudades.
meu querido e amado amigo, sempre que precises de algum conforto lê-me e acredita como farei tudo para estar contigo, se sentires um arrepio, sou eu.
ama-te como eu te amo."
esta carta foi-me dada a uns 5 anos, so a abri há quase tres anos, so tive coragem nessa altura. quiz ter coragem de fazer uma coisa, julgava que ia encontrar mais motivação ao ler uma carta que se encontrava fechada à mais de dois anos. abri e perdi a motivação, mas passei uma semana a chorar e sempre que a leio, choro. que saudades que sinto dele.
hoje mal dormi, queria dormir mas não consegui, penso demais. queria chorar e ja chorei. queria ter forças para não fazer o que ja fiz, mas não tenho vontade de voltar atrás.
ontem saí com uns amigos, diverti-me mas assisti a algumas cenas que me fizeram pensar, infelizmente penso, infelizmente. à medida que fui assistindo a algumas cenas, lembrei-me de uma coisa que gaurdo com muito carinho, e que cada vez que leio fico com saudades e cheio de remorsos. conheci em tempos uma pessoa que ja me deixou, alias antes de me deixar, deixei-o, quando ele mais percisou de mim, que fraco que fui. ele antes de partir deixou-me uma carta que me faz até que ponto fui má pessoa. não sabia como lidar com a situação, não consegui de deixar de chorar quando o via. olhava para ele, mas não era ele, ja não era exteriormente a pessoa que conheci, mas não soube procurar o seu interior que continuou até ao fim sempre igual.
cheguei a casa um bocado, para não dizer muito decepcionado. não lido bem com mentiras, com esquemas matreiros, especialmente vindo de pessoas que gosto e muito menos de me meter em problemas. cada um tem os seus... mas como disse chegeui a casa e deitei-me sempre a pensar e abri uma das gavetas de uma caixa que tenho e tirei uma carta (aiiii que dor, quando quero chorar e não sei como agarro nessa carta. o chorar faz-me bem liberto muito daquilo que me faz mal, mesmo que seja momentaneo, mas da-me alivio). a carta é privada, mas decidi transcreve-la para aqui. este meu amigo morreu e eu abandonei-o, não foi por mal, so não sabia mesmo lidar com a situação. tudo o que fazemos acabamos por pagar, mais cedo ou mais tarde.
"meu querido e sempre amado amigo ...
heis-me aqui meu amigo, queria te ver mas achei melhor não te chamar, sei que ja voltaste para a madeira, não querias, mas teve de ser, não é? minha mãe diz-me que ligas dia sim, dia não, porque não falaste comigo? eu sei o motivo, vi as lagrimas que não contiveste a última vez que me viste. sabes tenho sentido a tua falta e por vezes para colmatar essa falta pego no video que estavamos a fazer, para o trabalho de projecto e la te vejo e te ouço. que bons tempos. queria voltar a fazer isso, mas infelizmente me é impossivel.
qero que saibas que nunca pensei mal de ti, por teres deixado de me ver, compreendo como não deves ter ficado a acompanhar a minha evolução, se me visses agora de certesa que so ias guardar uma imagem que não é a minha. continuo o mesmo por dentro, mas por fora deixei de ser eu a alguns meses. tenho saudades de quando vinhas ca a casa contra-me as ultimas da universidade, em que me fazias rir, mesmo quando não me apetecia e compreendo quando ias para o quarto de banho chorar, finges bem mas os olhos inchados e vermelhos não deixavam margens de dúvidas. tenho saudades de te ajudar a estudar para as frequencias, fazia-me sentir de novo no stress universitario, mas compreendo os teus motivos, se compreendo, ja não me olho ao espelho à mais de 2 meses. nem ver o meu reflexo quero, prefiro ver-me nas fotos, algumas contigo, fugias, mas apanhavam-te, seu parvo (gargalhadas).
esta carta que te escrevo serve apenas para te libertar de alguma mágoa que tenhas de ti mesmo, ja te conheço um bocadinho (adoro essa palavra que tanto usas) e sei como és, sofres por tudo e por nada. quando te sentires mesmo em baixo, não tenhas medo de ires mesmo ao fundo do poço. cai em queda livre, mas olha bem em teu redor e ve as pessoas que gostam de ti e o quanto gostam de ti (eu sei que gostas muito de mim, sempre soube, se as coisas tivessem sido diferentes...). um peixes sem dramatismo não tem tanto interesse. o que mais gosto em ti é o teu olhar doce, quando olhas para as pessoas de quem gostas e as lagrimas que contens quando alguem te magoa. tanta força aparente, quando não passas de uma "flor de estufa". gostas de viver na tua redoma e nem te atreves a pensar viver fora dela. precisas de tantos cuidados, mas o cuidado que mais gostas é a atenção que te dão e cuidar de quem mais gostas. sinto saudades dos teus risos que ecoavam em quase toda a parte, muito gostas de rir, mesmo quando não o queres fazer. essa tua mascara de forte só faz com que não vejam o que tu és. foste e és um bom amigo, daqueles que nunca se esquecem. mesmo que ca não esteja, acredita estarei sempre contigo, mesmo que seja so em palavras (sei que não te vais esquecer de mim, mas não resisti a te escrever, tinha tanto para te dizer)
nunca fui muito bom a escrever, como bem te lembras então segui aquilo que me dizias, escreve o que te vem à cabeça e depois selecciona o que realmente queres dizer. bom conselho!
ja não te vejo há 2 meses, 4 dias, 12 horas e 27 minutos e 31, 32, 34, 35... segundos. ja não te ouço à 23 dias, 9 horas, 45 mintos e 57, 58, 59... segundos. sim conto o tempo desde que não te vejo e ouço, desculpa se te soa a mágoa da minha parte, de certa forma é, confesso-te, fazes-me tanta falta e queria bem perto de mim, sempre soubeste que não gostava de ser filho único, para mim ja eras um irmão. na terça feira passada, olhei-me no espelho e chorei que até tiveram de me dar um calmante e passei a compreender o que não deverias sentir. .... eu amo-te, sabes disso, não sabes? o meu amor por ti é dos mais puros que há, desde o primeiro momento senti por ti uma forte empatia, algo quimico, que foi mútuo. aundo nos conhecemos o avontade foi tão grande que parecia que ja nos conheciamos há tempos. ainda confundimos as coisas, mas a verdade é que somos apenas bons e grandes amigos. a companhia que faziamos um ao outro e os momento que partilhavamos era o suficiente.
meu querido, que saudades tenho de foder, nem sonhas. ja me conheces muito bem e sabes como sou. agora bastava-me ter outro corpo ao meu lado. "invejo-te pelo menos não tens de passar o eu estou a passar" lembras-te desta frase que tanto dizias? pelo que sei ja resolveste esse problema, como estas agora? ja encontraste alguem que te faça realmente bem? para de te menosprezar, de pensares coisa parvas a teu respeito. o que ja foste não faz parte do presente. larga os teus fantasmas, abandona-os, exorcisa-os, não te deixes levar pelos teus medos, se não conseguires fazer isso por ti, faz pelo menos a pensar em mim. quando gostares de alguem tem coragem e diz. que mal tem em ouvir um não? eu ja ouvi tantos! quero que sejas feliz seja com quem for, mas ve se encontras alguem que te mereça e lembra-te sempre não façaz nada do que eu fiz, que te sirva de lição isto que se passa comigo.
queria não estar cansado e continuar a escrever, sem parar. desculpa ter escrito à mão, sei que detesta a minha caligrafia, chamavas de "gatafunhos esdruxulos" (gargalhadas), mas achei melhor escrever à mão, e também desculpa alguns borrões, mas como deves calcular chorei ao escrever isto e não volto a escrever novamente. quero que guardes as marcas das minhas lágrimas. são o sinal do meu imenso amor por ti.
vou sentir tantas saudades tuas, ja sinto! ando revoltado com a minha familia, quando olho para eles e sei que não os voltarei a ver fico tão triste, não sei como vou passar sem a minha familia e amigos. não sei que me irá acontecer, nem sei se as coisas são como nos filmes, mas sinto que nada voltará a ser como era, alias sei. cada noite antes de me deitar choro e por vezes acordo a chorar.
quero voltar ao meu mar; ao meu sol; a foder; a fazer desporto; a beijar; a me apaixonar; a me rir; a escrever parvas e tontas cartas de amor, a sentir-me cansado, a sair à noite, a engatar, a fazer loucuras, a pular em cima da tua cama e partir o estrado (gargalhadas); a passear na foz; a atravessar a ponte dona maria; a desenhar os nus nas aulas de desenho ao mesmo tempo que comentavamos (gargalhadas); a te roubar as amostras de creme (gargalhadas); a correr para não chegar atrasado; a ir ao cinema e comer pipocas; irritar-te; ver-te a olhar para mim e a rires-te; e acima de tudo de te ver feliz com a minha companhia.
vou ter saudades tuas... ja sinto tantas saudades.
meu querido e amado amigo, sempre que precises de algum conforto lê-me e acredita como farei tudo para estar contigo, se sentires um arrepio, sou eu.
ama-te como eu te amo."
esta carta foi-me dada a uns 5 anos, so a abri há quase tres anos, so tive coragem nessa altura. quiz ter coragem de fazer uma coisa, julgava que ia encontrar mais motivação ao ler uma carta que se encontrava fechada à mais de dois anos. abri e perdi a motivação, mas passei uma semana a chorar e sempre que a leio, choro. que saudades que sinto dele.
hoje mal dormi, queria dormir mas não consegui, penso demais. queria chorar e ja chorei. queria ter forças para não fazer o que ja fiz, mas não tenho vontade de voltar atrás.