sexta-feira, janeiro 05, 2007

penso demais


tenho escrito pouco. o trabalho tem sido muito e agora tenho algo em mãos que me dá um enorme prazer. adoro cenas de recuperação, e logo esta que vou poder integrar o moderno no novo. estou groovy, lololol.
tenho andado a pensar muito nestes dias, tem sido trabalho e também na vidinha.
ando interessado num gajo que esta distande. gostava muito de estar com ele, mas é complicado, se nem por perto as coisas dão certo, imaginem à distância, tenho de ser coerente. por melhor que as coisas tenham sido, tenho de encarar a realidade. à distancia nada funciona. depois pus-me a pensar noutras cenas, algumas mesmo muito antigas. conheci muita gente neste passados 4 anos, algumas (muito poucas) que continuam a fazer parte da minha vida, outras que passaram por ela muito rapidamente. por vezes gosto de fazer uma retrospectiva da minha curta, mas longa vida. houveram pessoas que me marcaram de tal forma, que ainda hoje penso nelas. algumas marcaram-me pela positiva, outras pela negativa e outras fizeram com que acordasse para o mundo. alguns eu afastei, talves por ser imaturo na altura, outros aproximei-me e arrependi-me (há amizades que não vale apena continuar, especialmente aquelas que so nos trazem dores de cabeça). outros houve que me arrependi em não ter conhecido, especialmente um rapaz, com o qual acho que me identifico muito, poderia ter ficado amigo dela, mas as aconteceram muitas cenas que levaram a que isso não fosse possivel, especialmente uma, o facto de eu na altura andar a me encontrar com o mesmo rapaz com quem ele se encontrava. estranho mas aconteceu! tudo isto nos meandros do mirc. começamos a teclar e descobrimos que... enfim... passado. outro houve que conheci pelo gaydar e começei teclar, e à medidada que começamos a aprofundar as conversas, detestei a pessoa. ainda à pouco tempo mexia comigo, mas ja convivo com um caranguejo à 27, quase 28 anos e sei como são, uns sonsos. detesto isso. que posso esperar de uma pessoa que fz um tipo de contrato para conhecer alguem? algo do tipo, que so se encontrava comigo depois de eu lhe fazer um trabalho, estranho, não concordam? efim... nada como observar um caranguejo em acção para nos apercebermos que nada tem haver conosco. ai que parvo que sou...
houveram pessoas a me recusar, porque me rotularam de certas coisas. aceito criticas, mesmo que por vezes nao concorde, mas existe algo que tenho a certesa, algumas dessas pessoas, não fazem autocritica, enfim...
recusei também algumas pessoas, pelas amizades que teem, ou então pela maneira como agem na vida. de santo não tenho nada mas gosto de preservar amizades, desde que verdadeiras e não sou uma coisa pela frente e outra por detrás, pelo menos não para os meus amigos.
neste tempo o que de melhor me aconteceu foi ter conhecido o meu jinho, o meu melhor amigo, tem sido o irmão que não tenho, e foi ele que me ajudou a aceitar as coisas. devo-lhe imenso. conheci também uma grande amiga, que por mais voltas que este mundo dê, de certesa vamos sempre nos voltar a encontrar. amo-a!
durante um ano conheci novas pessoas e desenvolvi um trabalho que gostei, mas mesmo gostando do trabalho, quando as condiçõe smonetárias não são as melhores, o incentivo não é lá muito. estra a trabalhar e no fim do mês ficarmos desiludidos, nem pensar. tenho saudades de trabalhar com mais pessoas, de fazer as visitas que fazia, de conhecer novas coisas, de desenvolver outro tipo de trabalho. mas a verdade é que as pessoas não vivem so daquilo que lhes da prazer. eu felizmente tenho sorte de fazer algo que gosto muito, e que me dá muitas alegrias, misturado com algum stress. pena ver-me limitado por orçamentos, lololol, sonho pelo dia que me aparecer um cliente bilionário e me disser que posso gastar o que quiser, meu deus, pobre homem, ou mulher, lolololol. acho muito gratificante fazer algo que trás às pessoas algum prazer, de certa forma faz com que me sinto prestavel, necessário.
a minha paixão é o que faço, adoro investigar, ser diferente, adoro a cor, as texturas, os fomatos. gosto de perder tempo a escolher o que acho perfeito, não me contento com pouco. gostava de desenvolver um trabalho de recuperação, integrar o novo com o velho. aiiiiii como divago. adoro vir para o meu blog e divagar. fico instantaneamente mais leve, sinto-me como se me tivesse a confessar. é bom poder escrever, deitar ca para fora tudo aquilo que se sente
até breve